Competição por $ 25.000. Presentes de ano novo de Bitzlato

new year with bitzlato

O Ano Novo é uma época de milagres e presentes. Não prometemos milagres, mas daremos presentes. Das 09:00 (UTC) em 30 de Novembro às 09:00 (UTC) até 30 de Dezembro, estaremos realizando uma competição de $25.000 e haverá várias dezenas de vencedores. Daremos brindes para participação em competições.

Primeira competição. “Bom negócio” para usuários

Um de nossos clássicos sorteios porém com 40(!!!) vencedores. Para participar deste sorteio você precisa encontrar um anúncio na plataforma seja de VENDA ou COMPRA e negociar por ele. É isso! Agora o seu negócio está tendo parte na competição e você pode ser selecionado como um dos vencedores. O montante da transação deve ser de $10 ou mais.

No sorteio, serão selecionados 40 vencedores, cada um receberá um dos prêmios:

  • 1. lugar – iРhone 12 Pro.
  • 2. lugar – iPhone 12.
  • 3. lugar – iРhone 12 mini.
  • Lugares de 4 a 10 – $500 cada.
  • Lugares 11-20 – $300 cada.
  • Lugares 21-40 – $100 cada.

Segunda competição. “Bom negócio” para traders

Bem similar com o descrito acima porém com uma pequena diferença: aqui você é que precisa criar os anúncios e aguardar até que os clientes iniciem o negócio com você. Mais negócios feitos através de seus anúncios – mais chances você tem de ser o escolhido. Tenha certeza de que seus anúncios tem os melhores condições para atrair mais negócios!
O montante mínimo para cada transação deve ser o equivalente a $10 ou mais.

No sorteio, serão selecionados 10 traders, cada um receberá um dos prêmios:

  • 1. lugar – iРhone 12 Pro.
  • 2. lugar – iPhone 12.
  • 3. lugar – iРhone 12 mini.
  • Lugares 4-5 – $500 cada.
  • Lugares de 6 a 10 – $300 cada.

Terceira Competição. “Está é minha indicação”

Outro sorteio já conhecido pelos usuários. De 30 de Novembro até 30 de Dezembro, convide o máximo de usuários possível para serem seus indicados na plataforma. Aqui não será uma escolha aleatória mas ganhará aquele que convidar mais usuários. Apenas usuários verificados vão contar.

Três indicados serão selecionados, cada um receberá um dos prêmios:

  • 1. lugar – iРhone 12 Pro.
  • 2. lugar – iPhone 12.
  • 3. lugar – iРhone 12 mini.

Quarta competição. “Eu participo do concurso Bitzlato!”

Cada usuário participa que:

  1. Vai repostar sobre nosso concurso ou postar sobre a sua participação em seu stories no Instagram.
  2. Deixar a hashtag #IAmWithBitzlato na publicação
  3. Irá marcar nossa conta do Instagram e se inscrever nela.

Todos os usuários que seguirem os passos mencionados acima terão a chance de ganhar um de nossos 60(!!!) prêmios de $50 cada! A conta no Instagram deve ser aberta e pertencer a uma pessoa real.

Resumindo

Faremos concursos e daremos os resultados no dia 30 de dezembro ao vivo em nosso canal no YouTube. Assine para não perder a transmissão. Talvez você possa não apenas ganhar um prêmio, mas também aprender sobre algo importante durante a transmissão…

Empréstimos garantidos por criptomoeda. Como funciona e qual é o benefício disso

Com o advento da DeFi, surgiu também uma nova forma de se fazer dinheiro na indústria blockchain – empréstimos assegurados por criptomoedas. Neste artigo, falaremos sobre esse tipo de empréstimo e explicaremos como ele funciona. Daremos exemplos de como se pode ganhar dinheiro com empréstimos assegurados por criptomoedas.

O que é um empréstimo assegurado por criptomoedas

Trata-se de um tipo de empréstimo usado no ecossistema de finanças descentralizadas. A DeFi é composta por muitas aplicações que funcionam de forma autônoma, e fornecem ferramentas similares aos serviços financeiros tradicionais. Uma dessas ferramentas é o empréstimo, que está disponível no app MakerDAO, na blockchain Ethereum, e no app Just Lend, na blockchain TRON.

Como funciona o empréstimo assegurado por criptomoedas 

A peculiaridade do empréstimo por DeFi vem da autonomia desses aplicativos. Diferente de um banco, o aplicativo não pode verificar o requerente do empréstimo com base na habilidade de quitação. Tudo funciona automaticamente por contratos inteligentes. Assim sendo, para se obter um empréstimo, o usuário precisa assegurá-lo com um colateral. Esse colateral precisa exceder o valor do empréstimo por um percentual, que depende do aplicativo específico. Quando essas condições são atingidas, o contrato inteligente executa o empréstimo automaticamente.

Tomemos como exemplo o projeto MakerDAO. No MakerDAO, você tem a opção de pegar um empréstimo em stablecoins DAI, atreladas ao dólar americano a uma taxa de 1:1. Você precisa fazer um depósito, que terá de ser de, no mínimo, 150% do valor solicitado, para receber o empréstimo. Como exemplo, vamos imaginar uma situação em que você queira sacar 1000 DAI, asseguradas por criptomoedas Ethereum (ETH). Isso quer dizer que você deverá fazer um depósito de, pelo menos, U$ 1500 em ETH. Se a taxa de câmbio do ETH for U$ 10000, então você precisará deixar um mínimo de 0,15 ETH como colateral. Você também precisará pagar juros por empréstimos assegurados por colaterais em criptomoedas. No caso do MakerDAO, isso representa 8,5% do valor do empréstimo.

Tenha em mente que 150% é só a porcentagem colateral mínima. Se a cotação cair e ela vier abaixo de 150%, seu colateral será vendido e você terá de pagar não apenas a taxa de estabilidade de 8,5%, mas também uma taxa de liquidação de 10%. Dessa forma, recomenda-se deixar o colateral acima de 150%, para que o empréstimo fique protegido contra a volatilidade da criptomoeda.

Quais são os benefícios desses empréstimos

Há duas razões para se usar empréstimos assegurados por criptomoedas. A primeira delas: esses empréstimos permitem a fixação de uma parte do portfólio de investimentos. Digamos que você não tem certeza de que a cotação do ETH irá subir, e você deseja proteger uma parte dos seus bens contra queda. Você faz um empréstimo em stablecoins DAI com um colateral de criptomoedas ETH. Se a cotação do ETH subir, o valor do seu colateral também irá subir e você terá lucro. Será um lucro menor do que a modalidade sem empréstimo, já que você precisa pagar a taxa de estabilidade de 8,5%. Mas se a cotação cair e seu colateral for vendido, você ainda terá as stablecoins DAI que adquiriu. O valor delas não mudará, já que estão atreladas ao dólar americano.

A segunda razão: alavancagem. Digamos que você espera uma subida na cotação do ETH. Você pega 1000 DAI contra um colateral de 0,15 ETH a uma taxa de U$ 10000. Com o empréstimo de 1000 DAI você compra, imediatamente, mais 0,1 ETH. Se a cotação subir para U$ 15000, o preço dos seus 0,25 ETH terá aumentado para U$ 3750. Se subtrairmos desse total o empréstimo de U$ 1000 e a taxa de estabilidade de 8,5%, você terá um lucro de U$ 1165. Se você não tivesse usado o MakerDAO para alavancagem e só tivesse mantido suas criptomoedas na carteira, seus 0.15 ETH só teriam subido em U$ 750.

Deve-se ter em mente que a alavancagem aumenta não somente os lucros, mas também os riscos. Se a cotação cair, você irá perder mais dinheiro do que perderia sem o empréstimo. Continuemos com esse exemplo de um empréstimo de 1000 DAI e um colateral de 0,15 ETH, a uma cotação de U$ 10000. Digamos que a taxa caiu para U$ 5000. A liquidação ocorre quando o percentual colateral cai abaixo de 150%, ou seja, a uma taxa de US$ 9999,99. Nesse momento, lhe será cobrada uma taxa de liquidação de 10% e uma taxa de estabilidade de 8,5%. O restante do seu colateral será leiloado. Apenas 0,02 ETH do montante inicial de 0,15 ETH retornarão para você. Somado com a alavancagem comprada por 1000 DAI, você ainda possuirá 0.12 ETH. Comparemos as perdas no caso de queda de uma cotação de U$ 10000 para U$ 5000, nas seguintes circunstâncias:

  • Se você utilizou alavancagem a uma cotação de U$ 5000 seus 0,12 ETH custarão U$ 600. Seu prejuízo na queda da taxa de câmbio terá sido de U$ 900;
  • Se você deixar todo o valor do empréstimo em stablecoins DAI, seu prejuízo será de U$ 400;
  • Se você não fez um empréstimo, e apenas manteve as criptomoedas na sua carteira, terá perdido U$ 750.

Nos exemplos acima, a cotação aumentou e caiu em 50%. Assim sendo, é necessário levar em conta que, com pequenas variações da cotação, o lucro com alavancagem poderá ser menor do que sem ela, devido à necessidade de se pagar uma taxa de estabilidade de 8,5%.

Resumo

Empréstimos assegurados por criptomoedas são uma das áreas do ecossistema de finanças descentralizadas. Funcionam com base nos sistemas de aplicativos independentes, que geram empréstimos automaticamente caso o usuário deixe um colateral que exceda o montante solicitado, por um certo percentual. Essa porcentagem depende do aplicativo de empréstimos específico.

Se a porcentagem de criptomoedas colaterais vier abaixo do necessário, devido à volatilidade da cotação de câmbio, 2 tipos de taxas serão cobrados do usuário imediatamente: as taxas de estabilidade e liquidação. Se o usuário devolver o empréstimo antes desse momento, ele só precisará pagar a taxa de estabilidade – de forma análoga a um empréstimo.

Essa modalidade de empréstimos possui 2 benefícios:

  1. Fixar parte do portfólio de investimentos. Se você pegar um empréstimo em stablecoins, você perderá menos dinheiro caso a cotação caia.
  2. Conseguir alavancagem. Se você estiver confiante que a cotação da criptomoeda colateral irá subir, então você pode comprar ainda mais criptomoedas usando stablecoins. Se a taxa da criptomoeda aumentar, seu lucro terá sido maior que sem um empréstimo.

O que é agricultura lucrativa e como ganhar dinheiro

Uma das estratégias mais populares para se ganhar dinheiro em DeFi é o chamado Yield Farming (“cultivo de rendimentos”, em uma tradução livre). Neste artigo, nós iremos mostrar o que isso quer dizer e dar exemplos de como ganhar dinheiro com esse método.

O que é Yield Farming

O termo “Yield Farming” surgiu de posts de quadrinhos no Twitter. Hoje se tornou o nome de uma estratégia de rentabilidade, que se baseia na utilização de bens para a obtenção de tokens em projetos DeFi. Projetos DeFi são um ecossistema de aplicativos com funcionalidade semelhante aos instrumentos financeiros tradicionais. Esses aplicativos funcionam automaticamente, por meio de contratos inteligentes e tecnologia blockchain. Para se fazer alguma alteração no projeto DeFi, é preciso que haja uma votação. Para votar, você precisará de tokens de governança. O principal objetivo desses tokens é o direito ao voto, mas elas também possuem seu próprio valor e são negociadas em plataformas de criptomoedas.

Tokens de governança podem ser comprados, ou então obtidos ao se executar determinadas ações. Por exemplo, ao bloquear fundos em um protocolo de interesse ou ao pegar um empréstimo. As regras exatas dependem especificamente do protocolo em questão. A primeira utilização bem-sucedida desse sistema foi no projeto Compound. Esse protocolo distribui, todos os dias, 2312 tokens de governança COMP entre os que fornecem e pegam empréstimos, a uma taxa 50/50. A distribuição entre usuários específicos é proporcional à quantidade de fundos bloqueados. O valor de uma token COMP, em novembro de 2020, é de US$ 90.

Além de administrar tokens, os projetos DeFi dão tokens aos usuários, que podem ser usados para resgatar fundos bloqueados em um contrato inteligente. Por exemplo, a Aave repassa aTokens, a Compound repassa cTokens e a Synthetix repassa sTokens. Caso queira resgatar seus fundos do pool de liquidez, basta devolver esses tokens ao protocolo.

Yield Farming significa conseguir o máximo possível de retorno utilizando seus recursos. Por exemplo, digamos que você bloqueou ETH na Compound e recebeu cETH. Enquanto você recebe juros, você pega as tokens cETH e as bloqueia em outro protocolo, recebendo um retorno adicional. Simultaneamente, você também recebe tokens administrativos COMP por bloquear ETH na Compound. Dessa forma, você maximiza o lucro gerado pelo seu recurso em ETH.

Fornecimento de liquidez a projetos DeFi

Esse é um jeito popular de se conseguir tokens. Muitos protocolos DeFi requerem liquidez para operarem com sucesso – recursos que os usuários bloqueiam no contrato inteligente do aplicativo. Inicialmente, o contrato inteligente pagava apenas juros pelo fornecimento de liquidez, sendo que a quantia dependia do projeto DeFi específico e do valor total bloqueado. Mas o volume de liquidez era insuficiente quando esse modelo estava em vigor. Os desenvolvedores começaram a recompensar o fornecimento de liquidez não somente com juros, mas também com tokens de governança do projeto. Assim foi criado um sistema justo – quanto mais liquidez você proporciona, mais tokens recebe, aumentando seu número de votos.

Fornecer liquidez a projetos DeFi é algo bastante similar a depósitos bancários. Você disponibiliza seus recursos em troca de juros, mas existem algumas diferenças:

  • Você pode sacar fundos do protocolo DeFi a qualquer momento, ficando com os juros acumulados durante o período.
  • Os juros em projetos DeFi são dinâmicos, dependendo do recurso que for bloqueado e do equilíbrio entre oferta e procura no momento.

As taxas de juros são similares às de poupança em bancos. A taxa média anual nos protocolos Aave e Compound, por exemplo, varia de 1-3%.

Aplicativos para automação de Yield Farming

Com o aumento da popularidade do método de se ganhar dinheiro por fornecimento de liquidez, apareceram aplicativos dedicados à simplificação desse processo. O primeiro deles foi o Yearn Finance. Esse projeto rastreia o yield nos pools de liquidez da Aave, Compound e dYdX, movendo o recurso automaticamente para o pool em que os lucros forem maiores no momento.

A Yearn Finance resolveu o problema das taxas de juros dinâmicas nos pools de liquidez. Ao invés de checar constantemente onde haverá maior lucro, você coloca esse protocolo para fazer isso por você. Usuários podem bloquear seus fundos no contrato inteligente e a Yearn Finance fará todo o trabalho independentemente.

O projeto foi criado por um desenvolvedor – Andre Cronje. Quando ele publicou esse projeto e incluiu nele tokens de governança YFI, eles demonstraram taxas de lucro recorde. O valor do YFI aumentou de US$ 90 para US$ 40000 em 2,5 meses, mas caiu em seguida. Em novembro de 2020, as tokens YFI estão cotadas em US$ 10000.

Conclusão

Yield Farming é uma das estratégias para se fazer dinheiro com projetos DeFi. Seu objetivo é gerar tokens nesses projetos. Os tokens de governança dão direito a voto, quando há modificações a serem feitas neles. Você pode consegui-los ao utilizar os recursos do app, como solicitar ou fornecer empréstimos.

Os Projetos DeFi requerem recursos de usuários – liquidez – para funcionarem corretamente. Os protocolos pagam juros em troca do fornecimento de liquidez. Projetos DeFi funcionam automaticamente, de forma que a taxa de juros varia de forma dinâmica. Contudo, você pode resgatar os fundos do protocolo a qualquer momento, ficando com os juros acumulados durante o período.

Existem projetos DeFi dedicados ao yield farming. A Yearn Finance, por exemplo, acompanha os lucros de vários projetos DeFi e movimenta os recursos do usuário automaticamente, colocando-os onde o lucro for maior.

Os principais erros de um investidor em criptomoeda: top-5

Considere os 5 erros mais comuns, que são geralmente cometidos ao se fazer investimentos em criptomoedas. Nós explicaremos como evitá-los, fornecendo exemplos.

Investimentos influenciados por FOMO

Até mesmo investidores experientes sofrem do “medo de ficar de fora” – do inglês “fear of missing out” – FOMO. Esse é um medo obsessivo de que se possa perder uma boa oportunidade. Esse sentimento é algo que afeta 56% dos usuários de redes sociais, de acordo com uma pesquisa da MyLife.com. Muitos, após lerem sobre mais uma “história de sucesso”, são tomados pelo desejo de comprar criptomoedas a altos preços.

Exemplos. Em 2017, o Bitcoin subiu de US$ 1000 para US$ 20000. Essa informação evoca uma forte resposta emocional, que faz com que a pessoa se arrependa de ter perdido essa oportunidade única.

Como evitar. Você precisa se livrar da ideia de que outras pessoas têm sorte, mas você não. Aqueles que ficaram milionários em 2017 apoiaram e acreditaram no bitcoin por muito tempo. Você precisa se aprofundar sobre o assunto, e não agir com base nas emoções e boatos.

Vender na Baixa

A situação oposta acontece quando os investidores se desfazem de suas moedas com prejuízo. Olhando para trás, a pessoa poderá concluir que “não valeu a pena vender no momento de baixa”. Em uma venda assim, emoções humanas complexas são acionadas – mais frequentemente, o pânico.

Exemplo – As criptomoedas perderam 80% do valor em apenas alguns meses. Um cenário desses deixará qualquer investidor nervoso.

Como evitar. Deve-se entender que o mercado de criptomoedas é extremamente volátil. As taxas de moedas digitais são instáveis – seus valores sobem e descem com frequência. Investir em criptomoedas requer abordagens diferentes, em comparação a investimentos tradicionais em ações.

Vendas de investimentos para longo prazo

O mercado de criptomoedas é altamente influenciado pela hype da mídia. Após notícias negativas, até mesmo investidores experientes podem começar a vender suas posses. O pânico é comum. No Twitter, espalhou-se a informação de que, em 15 de outubro de 2020, haveria uma venda em massa de 140000 bitcoins.

Exemplo. A contribuição está prevista inicialmente para um ano. Um mês depois, o bitcoin subiu 10% e vem a ideia de que é hora de vender.

Como evitar. Ceder ao desejo de ter lucros rápidos é uma qualidade ruim para um investidor. É importante adquirir a habilidade de paciência. Assim, se você planejava fazer de um investimento um objetivo a longo prazo, é melhor mantê-lo como tal.

Má escolha de carteira

Uma abordagem não aprofundada quando se trata da escolha da carteira pode resultar não só em inconveniências, mas também em problemas de segurança. A opção mais fácil é se registrar em uma corretora. Isso é conveniente, mas não é confiável – 75 corretoras de criptomoedas já fecharam desde o começo de 2020.

Exemplo. Uma pessoa compra um token, que é resgatado pela taxa de câmbio um ano depois. Durante esse período, a empresa proprietária da carteira poderia falir, ou ser vítima de hackers.

Como evitar. Diferentes carteiras são indicadas para diferentes propósitos. Aprenda sobre essas diferenças, por exemplo, no artigo “How to choose a wallet for Ethereum”. Leia avaliações sobre carteiras de criptomoedas e teste-as com quantias pequenas.

Falta de backup

Um backup é uma cópia de segurança de informações. Quando se trata de criptomoedas, diferentemente de outros tipos de investimentos, a perda das chaves privadas se traduz na perda de suas moedas para sempre. Um incêndio ou falha de disco-rígido pode destruir totalmente um portfólio de criptomoedas.

Exemplo. O investidor utilizou uma carteira de software instalada no computador. Após reinstalar o Windows, o “Drive (C :)” foi formatado e a carteira não pode mais ser acessada.

Como evitar. Crie arquivos de recuperação. Mais especificamente, você precisa copiar as chaves privadas, com as quais você pode restaurar a carteira com os investimentos. Alternativamente, você pode imprimi-las em papel, na forma de QR-code, ou em algum outro local que não seja um computador.

Em conclusão

O principal erro que um investidor pode cometer é não levar o assunto suficientemente a sério. Antes de começar a investir em criptomoedas, você deve estudar os erros mais comuns dos investidores, de forma a poder evitá-los:

  • Investimentos influenciados por FOMO
  • Vender na Baixa
  • Vendas de investimentos para longo prazo
  • Má escolha de carteira
  • Falta de backup.

Possibilidades reais quanto a regulamentação das criptomoedas

É praticamente impossível que a tecnologia blockchain seja regulamentada, contudo os governos continuam em busca de novas oportunidades, técnicas e legais, para exercerem algum controle sobre a modalidade. Vejamos os motivos que levam os países a interferirem na cripto-indústria, e quais problemas surgem dentro desse processo.

Por que querem regulamentar as criptomoedas?

A tecnologia blockchain possibilitou que a primeira criptomoeda fosse lançada em 2009. Sua principal característica é a distribuição do armazenamento de informações entre seus usuários. Nenhum destes pode fazer uma mudança de forma intencional ou acidental, já que apenas é reconhecida e registrada na rede os itens acordados pela maioria .

Essa autenticação não somente fornece confiabilidade, mas também elimina praticamente qualquer possibilidade de interferência externa. Órgãos governamentais, por exemplo, não são capazes de confiscar bitcoins obtidos através de ações fraudulentas ou de bloquear contas associadas a criminosos.

Além da necessidade de combate ao crime, a busca por regulamentação de criptomoedas é motivada pelo papel do Estado na economia moderna. Isso inclui funções como proteger os direitos à propriedade e arrecadar impostos.

Contudo, surgem alguns problemas quando se faz necessário determinar o status legal das criptomoedas – se elas serão tratadas como moedas, produtos, valores mobiliários ou patrimônio. O sistema de taxação, supervisão e declaração dependerá diretamente dessa classificação. Dessa forma, mercados de commodities operam com pouca regulamentação. Já os valores mobiliários costumam estar sujeitos a regras mais onerosas, a respeito de transparência de valor, declaração de operações e abuso de mercado.

Assim, a regulamentação de criptomoedas parece praticamente impossível. Ao invés disso, os órgãos controladores focam na regulamentação da infraestrutura das mesmas.

Infraestrutura das Criptomoedas

A indústria de criptomoedas possui diferentes componentes de infraestrutura, sendo que cada um requer uma abordagem diferente com relação à regulamentação.

Corretoras (Exchanges). Possíveis mudanças de legislação criam um potencial de risco para os fundadores de corretoras de criptos. As empresas preferem instalar seus servidores e escritórios em países onde suas ações serão reguladas de forma estrita. A legislação digital é mais desenvolvida, por exemplo, na Suíça, Canadá, Japão e Austrália.

Esses governos buscam por oportunidades técnicas, de forma a acoplarem a indústria de criptomoedas no setor legal. As principais corretoras, como Binance e Bittrex, já se comprometeram a instalar ferramentas Chainalysis, para monitoramento de blockchain. Isso possibilita que seja feito o rastreamento de transações suspeitas, em tempo real.

Casas de câmbio (Exchangers). A regulamentação de atividades de casas de câmbio costuma ser restrita, ocorrendo apenas a checagem de quem executou a compra inicial das moedas digitais. Elas requerem que os usuários confirmem dados pessoais.

Órgãos de fiscalização identificam tanto criminosos, que acumulam bitcoins com a venda de drogas, quanto os que usam a moeda para ocultar patrimônio. O “Serviço Interno da Receita dos EUA” (IRS), por exemplo, rastreia as ações de detentores de Bitcoin e monitora o pagamento de impostos.

Empresas que produzem stablecoins. Moedas digitais atreladas ao preço de câmbio do dólar são emitidas para usuários que têm a necessidade de integração com instrumentos financeiros tradicionais. Isso determina se há necessidade de adequação transparente à lei, e de obtenção de autorização por parte dos órgãos reguladores. Para tanto, a Tether implementou o “Conheça sua Transação” (Know Your Transaction), uma ferramenta Chainalysis, na rede USDT.

A Conheça sua Transação (KYT) para emissores de tokens, é uma solução de adequação para o monitoramento do ciclo de vida total de tokens, desde a emissão até o resgate. Ela é uma ferramenta de prevenção à lavagem dinheiro, única e em tempo real.

Situação legal das criptomoedas em 2020

Aqui temos exemplos de países com diferentes níveis de regulamentação para a indústria de criptomoedas.

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[Países por nível de legalização de criptomoedas. Fonte: coin.dance]

Legalização completa. Na Suíça, as criptomoedas e corretoras são legais. A administração de impostos considera as criptomoedas como bens: elas estão sujeitas aos impostos de patrimônio suíço, devendo ser listadas na declaração de renda anual. Para que possam iniciar as operações, as corretoras de cripto precisam obter uma licença com a autoridade supervisora do mercado financeiro. Normas similares se aplicam às ICOs.

A agência de impostos canadense também define criptomoedas como commodities. O câmbio das mesmas é regulado como permuta complexa (barter), sendo que a receita gerada é tida como receita empresarial. Assim sendo, impostos são aplicados ao lucro.

Situação legal não definida. Na França, ainda não existe uma regulamentação legal direta para criptomoedas. Elas não são proibidas, mas também não são protegidas, de forma que os cidadãos assumem todo o risco ao possuí-las.

Na Rússia, os tribunais consideram criptomoedas como “outras propriedades”. Uma decisão desse tipo foi tomada pela primeira vez pelo tribunal de apelação, em maio de 2018. O tribunal determinou que o devedor transferisse o acesso de sua carteira cripto para o fiduciário de falência. A versão mais recente da lei sobre “bens financeiros digitais” define criptomoedas como propriedade, e proíbe seu uso como forma de pagamento. A lei está prevista para ter validade a partir de primeiro de janeiro de 2021.

Proibição total. Existem países onde o volume de negócios em criptomoedas e a operação de corretoras são proibidos por lei. Alguns deles são Afeganistão, Argélia, Bangladesh, Bolívia, Paquistão, Qatar e Arábia Saudita.

Conclusão

O princípio de descentralização das blockchains, associado à natureza legal complexa de criptomoedas, dificulta a tarefa de regulamentação governamental. Ainda assim, os países desenvolvem soluções para o combate ao crime e para fiscalizar relações econômicas.

PIX: Agora você pode comprar bitcoin com

pix

A equipe Bitzlato está sempre pensando em seus clientes, então nós adicionamos o PIX como forma de pagamento criado pelo Banco Central do Brasil.

Visando a agilidade nas transações ou nos negócios P2P e pensando no tempo que seus usuários podem ganhar com as transações utilizando PIX, a adição desta nova forma de pagamento em nossa plataforma visa, ao todo, criar transações mais confortáveis e rápidas.

Todos sabemos que no mercado de criptomoedas o tempo é precioso e é por isso que nossa equipe está sempre trabalhando para melhorar a experiência de nossos usuários mais e mais e então dessa forma eles podem sempre experimentar uma ótima experiência e sempre voltar para comprar ou vender criptomoedas. 

Portanto, no artigo a seguir, gostaríamos de falar mais sobre o PIX e suas perspectivas.

O que é PIX?

PIX é uma nova forma criada pelo banco central do Brasil visando facilitar e baratear as transferências entre contas. Com o PIX, pagamentos que antes poderiam levar horas (como por exemplo TED’s entre bancos) ou mesmo dias como DOC (também entre bancos) e boletos bancários, hoje acontecem em segundos. 

Também é bom pontuar que diferente de outras formas de pagamento, o PIX também tem em sua base o barateamento das transações uma vez que TED’s entre diferentes bancos podem custar de 10 reais para cima sem contar com as taxas dos cartões e também da emissão dos boletos bancários. 

Um outro ponto interessante no PIX é que ao novamente compararmos ele com outros meios de pagamento, ele ganha de cartões e transferências bancárias quando o quesito é agilidade. O PIX funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana e também em feriados, logo, isso não é mais um empecilho quando você deseja comprar algo no fim de semana como por exemplo criptomoedas porém devido aos bancos estarem fechados não pode e então tem que esperar até o próximo dia útil (o que em muitos casos, devido a flutuação do mercado de criptoativos isso pode ser muito ruim pois pode resultar na subida de preço da moeda desejada resultando assim numa compra menor do que o desejado). 

Como funciona o PIX?

Hoje em dia os principais meios de pagamento e envio de dinheiro possuem muitas desvantagens além de limites. Ao usar o TED (cujo a sigla significa “Transferência Eletrônica Disponível”) a pessoa fica limitada ao horário comercial e a dias úteis. Além do mais não há valores mínimos (apesar de algumas instituições instaurarem um valor mínimo) e valores elevados podem ser enviados sem problema. O mesmo não acontece com o DOC (que atende por “Documento de Ordem de Crédito”) e só aceita um limite máximo de R$4.999,99 reais por transação e o valor só é debitado na conta do recebedor no próximo dia útil.

 Ainda podemos falar de boletos cujo o objetivo é facilitar a vida das pessoas acabam sendo um problema pois muitos boletos levam até 2 dias úteis para serem compensados. Em alguns casos pode chegar a 3 dias e sabemos que no mercado de criptomoedas qualquer demora ou atraso podem resultar em perdas significativas. 

O PIX será gratuito para pessoas físicas (pessoas comuns) porém em algumas situações pode haver algum custo.

As transações com o PIX podem, de acordo com o Banco Central, serem feitas de diferentes formas como por exemplo informando a chave PIX que o usuário poderá adicionar a uma conta que ele já possui e essa chave pode ser um número de celular, Email, o CPF ou mesmo o CNPJ no caso de empresas e no caso de uma transação, a única coisa que precisa ser feita pelo cliente é informar a chave PIX e também informando dados bancários de quem vai receber o pagamento como hoje acontece com o TED ou DOC, o nome completo e o número da instituição, conta e agência. Além da leitura de QR codes que são gerados junto com a chave PIX.

 O que são exatamente as chaves do PIX?

De acordo com o Banco Central, as chaves do PIX são como “apelidos” que são utilizados para identificar a conta do usuário e que representam o endereço PIX. Como já dito, tais chaves podem ser o CPF, número de telefone celular, o CNPJ no caso de empresas e também uma chamada chave aleatória. 

Então basicamente a chave PIX é uma informação (ou, como se fosse um endereço de uma criptomoedas) na qual é usada pelos usuários do sistema para fazerem transações entre si. Ao iniciar a transação basta que o usuário informe qual a sua chave e assim ele pode receber um “PIX” de outra parte. 

Sobre a quantidade de chaves que os usuários podem possuir, usuários físicos, ou seja, pessoas comuns, podem ter até 5 chaves por conta já empresas podem ter até 20 por conta. 

Perspectiva

O Banco Central do Brasil busca com o PIX levar aos brasileiros mais facilidade e rapidez nas transações financeiras e também barateá-las tornando assim as transferências eletrônicas mais acessível para pessoas comuns e incentivar a usabilidade de meios eletrônicos de transferências. Também está no projeto a possibilidade de saques através do PIX. Nesse caso, a ideia é que o usuário envia o dinheiro para um estabelecimento como uma loja por exemplo e em questões de segundos pode fazer o saque e receber o dinheiro vivo direto no estabelecimento comercial tornando assim mais simples o saque de dinheiro e até mesmo tornando inútil o uso de caixas eletrônicos uma vez que qualquer lugar pode se tornar um caixa eletrônico quando o serviço desejado é o saque de dinheiro. 

Conclusão

A ideia do PIX é facilitar a transação de dinheiro entre os brasileiros e com isso ampliar o uso de meios digitais na transferência de dinheiro. 

O uso do PIX ainda está no começo e pode até mesmo passar outros meios como TED e DOC durante o passar do tempo e uma vez que mais e mais pessoas conhecem e se tornam confiantes da tecnologia. Além de tudo mais a gratuidade do serviço e mesmo a cobrança de pequena taxa nas transações também tornam o PIX atrativo para as pessoas e por tais motivos a Bitzlato resolveu incluir na sua plataforma o meio de pagamento PIX portanto usuários podem agora criar anúncios de compra e venda na plataforma P2P e oferecer como forma de pagamento o PIX. Esse é mais um passo da Bitzlato em busca da facilitação para os usuários brasileiros da plataforma. 

E não se preocupe, se você quiser, você pode continuar utilizando outros meios de pagamento em nossa plataforma P2P. Lembre-se que oferecemos mais de 150 formas de pagamento e o PIX é apenas mais uma que a Bitzlato adiciona visando sempre o bem-estar de seus usuários.

Perspectivas e riscos de investir no DeFi

Em 2020, a DeFi é a principal tendência na indústria blockchain. Neste ano, a quantidade de fundos bloqueados em DeFi aumentou em US$ 10 bilhões. Por que a DeFi é tão atrativa para investidores, e por que vale a pena investir nela? Leia este artigo e descubra as respostas para essas perguntas.

O que é DeFi

DeFi é uma área na indústria blockchain que inclui aplicativos que trabalham independentemente, fornecendo serviços financeiros. O principal objetivo da DeFi é simplificar os instrumentos financeiros tradicionais, como empréstimos, transferências, transações de câmbio e seguros. As vantagens das finanças descentralizadas estão na eliminação dos intermediários presentes nos meios tradicionais. A ausência deles aumenta a velocidade das transações e reduz os custos, graças à automação.

DeFi em 2020

Até novembro de 2020, o valor total de fundos bloqueados em contratos inteligentes era maior que US$ 11 bilhões. Comparativamente, o valor bloqueado em DeFi em 1º de janeiro de 2020 era de US$ 675 milhões.

A maioria dos protocolos DeFi são executados no blockchain Ethereum, usando tokens do padrão ERC20. DeFi é uma das razões pelo crescimento da rede Ethereum em 2020. O valor da criptomoeda ETH aumentou de US$ 130 em 1º de janeiro de 2020, para US$ 386 em novembro de 2020. Além disso, o número de endereços na rede Ethereum aumentou em 25% no último ano.

Em setembro, a corretora descentralizada Uniswap lançou tokens de governança UNI, de forma a atrair liquidez. Como resultado, a Uniswap subiu para a primeira posição no ranking dos projetos DeFi, em termos de volume de recursos bloqueados. Além disso, ela está no Top 5 em termos de volumes movimentados entre todas as corretoras de criptomoedas, incluindo as centralizadas. No fim de setembro, a quantidade de fundos bloqueados no protocolo superava US$ 2 bilhões, chegando a US$ 2,7 bilhões em novembro. A razão para tanto sucesso é a forma como os tokens UNI são distribuídos. 15% da emissão ocorreu por envio gratuito de moedas a usuários que executavam certas ações. No caso da Uniswap, os tokens entraram nas carteiras de todos os usuários que executaram transações antes de 1º de setembro. O volume total emitido foi de 1 bilhão de tokens, que será distribuído ao longo de 4 anos. O preço das tokens UNI aumentou para US$ 6,59 logo depois da introdução, mas caiu rapidamente, para a faixa dos US$ 2 a US$ 3.

Outro exemplo de sucesso em DeFi em 2020 são os tokens de governança YFI do projeto Yearn Finance. O valor do token no início das vendas, em julho de 2020, era de cerca de US$ 90. Em meados de setembro, o token já valia US$ 40000, superando o Bitcoin. Iniciou-se uma queda em seguida, com seu preço chegando a cerca de US$ 10000 em novembro.

Perspectivas de desenvolvimento de DeFi

A principal diferença entre aplicativos descentralizados e serviços tradicionais é a ausência de uma autoridade central única, que gerencie todos os processos. Por exemplo: no sistema financeiro, esses órgãos podem ser bancos, organizações comerciais ou estatais. As funções de uma organização centralizada são executadas por meio da blockchain e contratos inteligentes.

A blockchain proporciona um certo nível de confiabilidade à DeFi. Protocolos e contratos inteligentes são automáticos. Os códigos-fonte dos aplicativos são abertos ao público, e qualquer investidor que conheça linguagem de programação poderá analisá-lo. O sistema é transparente, e a criptografia dos protocolos blockchain fornece proteção contra falsificação de dados.

A descentralização de protocolos forçou os desenvolvedores a criarem um mecanismo para atrair liquidez, que é necessária para o funcionamento dos projetos. O resultado foi a possibilidade de os usuários bloquearem seus fundos em contratos inteligentes de protocolos DeFi, recebendo uma porcentagem de lucros. Em alguns desses projetos os usuários não recebem apenas um lucro, mas também tokens de governança, que possuem seu próprio valor. Utilizando projetos como Uniswap, Compound e Yearn Finance, a comunidade percebeu que as pessoas se interessam por receber recompensas ao prover capital. Isso acabou se tornando uma ferramenta de investimentos conveniente.

Os usuários também são atraídos pela facilidade de acesso. Bancos costumam ter muitas exigências, negando pessoas de baixa renda ou com histórico de crédito desfavorável. Quando lidamos com DeFi, esses fatores não importam. Os empréstimos são assegurados por colaterais e, assim, os protocolos não são afetados pela possibilidade de alguém não pagar seu empréstimo. Adicionalmente, os usuários não precisam se registrar ou passar por verificação para utilizarem projetos DeFi (com raras exceções). As exceções incluem alguns poucos projetos, como a plataforma de seguros por contrato inteligente Nexus Mutual. Para usá-la, é necessário ser aprovado em uma verificação KYC.

Riscos associados aos investimentos em DeFi

O mercado para finanças descentralizadas é relativamente novo – o primeiro projeto DeFi, MakerDAO, só apareceu em 2016. O crescimento ativo desse segmento só deslanchou a partir de 2020. Portanto, tem se tornado cada vez mais difícil prever o futuro da DeFi. No momento, durante o crescimento ativo do setor, surgem mais e mais projetos e tokens relacionados. Em novembro de 2020 já temos mais de 200 aplicativos DeFi. Muitos deles só copiam outros que já existem, na intenção de fazer dinheiro com a tendência atual. Com tanta diversidade, está ficando mais difícil selecionar projetos DeFi. Os tokens de projetos já populares podem cair de valor, como YFI e UNI. Outros projetos param de funcionar assim que atraem os primeiros usuários, como a YAM Finance.

A descentralização de projetos DeFi traz aos investidores não só vantagens, mas também riscos. Assim sendo, a confiabilidade do protocolo e a proteção dos fundos bloqueados nele dependem inteiramente do código do programa. E ainda há riscos de hackeamento ou perda de fundos, devido a erros no código. Como não existe uma entidade governante central, não é possível corrigir erros rapidamente ou impedir a ação de hackers. Qualquer mudança no protocolo é feita exclusivamente por votação entre os proprietários de tokens de governança. E assim, mesmo projetos que passaram por auditorias técnicas sérias e possuem alta reputação na comunidade não são capazes de prover 100% de garantia de segurança para seus fundos.

Mantenha em mente, também, que alguns projetos DeFi – como o SushiSwap – são anônimos. Em casos de fraude por parte de organizações comuns, você pode levá-las à justiça. Já em projetos DeFi anônimos, é mais difícil fazer isso.

Resumo

DeFi é um ecossistema de aplicativos que copia as funcionalidades dos instrumentos financeiros tradicionais. Esses aplicativos usam tecnologia blockchain para funcionarem. Em 2020, a quantidade de fundos bloqueados em projetos DeFi aumentou de US$ 600 milhões para US$ 11 bilhões.

Os projetos DeFi são de interesse dos investidores por vários motivos:

  • Potencial por eliminar intermediários e utilizar tecnologia blockchain;
  • Facilidade de uso;
  • Oportunidade de receber juros ao se bloquear fundos em contratos inteligentes;
  • Possibilidade de receber tokens de governança, que possuem seu próprio valor.

Investir em DeFi traz seus próprios riscos:

  • Como DeFi é uma tendência, o número de projetos se tornou muito grande e muitos deles não são confiáveis;
  •  A tecnologia blockchain não garante proteção contra hackers;
  • O processo de edição de projetos DeFi requer votação, algo que pode ser crítico se uma vulnerabilidade for encontrada no código;
  • Alguns projetos DeFi são criados por desenvolvedores anônimos, o que torna mais difícil a responsabilização em casos de fraude.

Tudo o que você precisa saber sobre privacidade em stablecoins

Criptomoedas são comumente associadas a anonimato. Mas stablecoins estão em um outro patamar. Hoje nós discutiremos por que elas não são tão confidenciais quanto criptomoedas. Nós discutiremos de que maneira as stablecoins centralizadas diferem das moedas descentralizadas, quais são os problemas de privacidade, e como/se eles são resolvidos.

Stablecoins e privacidade

A regulamentação estatal de criptomoedas é uma tarefa complexa, que está sendo encarada pelos países desenvolvidos. Para o desenvolvimento e a implementação de leis, eles frequentemente recorrem a empresas analíticas que trabalham com blockchain. Uma delas é a Chainalysis, que monitora transações com criptomoedas.

A Chainalysis trabalha com agências internas dos Estados Unidos e da Europa, como o Escritório Federal de Investigações (FBI) e a Europol. O rastreamento de até 90% de todas as transações em criptomoedas ajuda no combate à corrupção, fraudes e financiamento de terrorismo. De acordo com o relatório da Chainalysis, mais de $1 trilhão em transações com criptomoedas circulou em 2019, sendo que 1,1% disso ocorreu de forma ilegal.

O trabalho dos serviços de análise blockchain é, de fato, identificar a conexão entre indivíduos específicos com transações específicas na rede. Graças aos serviços da Chainalysys, o Serviço Interno de Receita (IRS) dos Estados Unidos consegue rastrear os movimentos de detentores de bitcoin, monitorando o pagamento de impostos. Dessa forma, transações em Bitcoin não podem ser consideradas completamente anônimas.

Para as stablecoins, que possuem cotação atrelada à taxa de câmbio de um papel-moeda, a questão de confidencialidade é ainda mais complexa. Os problemas derivam dos objetivos buscados pelos usuários:

1. Minimizar os riscos associados à volatilidade das criptomoedas.

O problema nesse caso é a simplicidade dos algoritmos das stablecoins. Isso faz com que seja mais simples o monitoramento por redes, como a Chainalysis. A redução de privacidade pode ter consequências negativas em países nos quais o mercado de criptomoedas ainda não é regulamentado.

2. Se protegerem contra a inflação na economia real

Nesse caso, o detentor de uma stablecoin está sob risco, já que age na direção oposta à política econômica nacional. Pode haver conflito de interesses não só no nível ideológico, mas também no nível legal. Com a desvalorização da moeda nacional, as medidas anti-crise incluem controle sobre o movimento de capital. Um caso assim ocorreu na Argentina em 2019, quando o governo forçou seus cidadãos a manterem uma moeda que perdia valor rapidamente.

3. Uso em Finanças Descentralizadas (DeFi)

Devido à ausência de transparência com criptomoedas, o mercado financeiro tradicional não pode integrá-las completamente. As stablecoins permitem que se crie uma alternativa aos sistemas financeiros existentes em blockchains.

Todos esses problemas são solucionados de formas diferentes, já que os parâmetros de privacidade de qualquer criptomoeda dependem dos seus princípios de operação. As stablecoins podem ser divididas em dois grupos – centralizadas e descentralizadas.

Stablecoins centralizadas

Stablecoins centralizadas têm taxa de lastro 1:1 em moedas armazenadas em contas bancárias. Elas são criadas e administradas por uma única organização, que armazena dados apenas em seus próprios servidores. Mesmo assim, a stablecoin de uma única empresa pode existir em diferentes blockchains. Por exemplo, a UDST circula nas plataformas Omni, Ethereum, EOS, Tron e Liquid.

Exemplos: USD Tether (USDT), Paxos Standard (PAX), Binance USD (BUSD).

A organização sem fins lucrativos “Fundação dos Direitos Humanos” (HRF) apresentou, em 2019, um relatório com uma análise de privacidade para stablecoins. A HRF identificou 5 parâmetros principais de avaliação:

  1. A possibilidade de se monitorar transações usando Chainalysis;
  2. Contratos de código-aberto;
  3. Ferramentas básicas de privacidade;
  4. A possibilidade de congelamento de contas;
  5. Certificações mensais.

Таблица характеристик разных стейблкоинов. Источник: Human Rights Foundation

Tabela com as diferentes características das stablecoins. Fonte: Fundação dos Direitos Humanos

Das citadas acima, somente a USDT na blockchain Liquid suporta ferramentas de privacidade. A ferramenta é a Confidencialidade de Transações, que oculta o tipo de bem e o montante de cada transação.

É importante considerarmos não apenas as capacitações técnicas das organizações, mas também como elas utilizam sua influência. De acordo com a HRF, a Tether só congelou o USDT em 16 endereços diferentes.

Stablecoins descentralizadas

Stablecoins descentralizadas não possuem uma regulação central única. Elas têm lastro em criptomoedas colaterais e são administradas pelos próprios usuários.

Exemplos: DAI, EOSDT, USDJ
A stablecoin descentralizada DAI, assim como a USDT, é atrelada ao dólar americano. A diferença é que,

para adquiri-las, o usuário precisa bloquear uma certa quantia de ETH.

O principal entrave de privacidade é que é muito fácil para redes de monitoramento, como a Chainalysis, identificarem os usuários. Isso ocorre porque a blockchain Ethereum encoraja a reutilização de endereços. Por padrão, a maioria dos usuários fazem todas as suas transações através do mesmo endereço. Isso permite que empresas de monitoramento identifiquem a relação entre indivíduos específicos e transferências. Contudo, ainda é tecnicamente impossível bloquear fundos em DAI por decisão do órgão regulatório.

Em 12 de outubro de 2020, a plataforma Aztec 2.0 foi anunciada para a blockchain Ethereum. Essa startup fornece métodos para envio de tokens com um alto grau de anonimato. O protocolo zkSNARK oculta os dados do remetente e do destinatário, assim como o volume da transação, tornando-as privadas.

Conclusão

O próprio propósito de se usar stablecoins causa uma série de problemas de privacidade. Projetos centralizados e descentralizados trazem soluções de diferentes ângulos, mas os analistas da HRF concluem que a privacidade em stablecoins ainda “deixa muito a desejar”.

As melhores carteiras para armazenamento de Ethereum

Se você planeja comprar ou enviar Ethereum, você precisará de uma carteira para armazenar essa criptomoeda. Nesse artigo, nós mostraremos quais são os tipos de carteiras existentes, quais as diferenças entre elas e para quais fins elas são mais recomendadas.

Carteiras em Software

Uma carteira para criptomoedas tem pouco em comum com uma carteira de dinheiro. Ela guarda apenas chaves privadas e ferramentas para o rastreamento de balanço e execução de transações. Assim, uma carteira cripto funciona como uma porta de entrada para a blockchain. Carteiras em software são aplicativos para navegadores, computadores ou dispositivos móveis.

Funções. Carteiras por software têm acesso constante à internet. Além da interface de interação com a blockchain, elas podem ter diversas ferramentas acopladas, ou serviços de terceiros, como a interação com dApps.

Utilização. É mais seguro acessar a carteira software através do próprio dispositivo em que está instalada. Esse método é viável para usuários que pretendem movimentar criptomoedas em locais permanentes, através de uma rede confiável, como um computador com WiFi em casa.

Diferenças em relação a outros tipos. A vulnerabilidade dessas carteiras pode estar relacionada à conectividade de rede. Se seu computador for hackeado, você poderá perder todos os seus fundos.

Exemplos. MyEtherWallet foi uma das primeiras carteiras Ethereum criadas. O usuário recebe uma chave privada, um endereço de carteira público, acesso ao aplicativo de celular e uma extensão para o navegador. Todas essas ferramentas permitem o gerenciamento não só de tokens ETH, mas também de tokens ERC-20 e ERC-721.

A MetaMask é uma carteira que funciona através de extensões para navegadores a apps de celulares iOS e Android. A MetaMask é uma “ponte”, que permite a administração de múltiplas contas em outras carteiras, como a MyEtherWallet. Além disso, ela é integrada às principais corretoras de criptomoedas e serviços DeFi.

Carteiras em Hardware

As carteiras em hardware são mídias físicas na forma de chaves USB. O dispositivo se assemelha a um pen-drive e funciona sem conexão com a internet. Esse é um dos métodos mais seguros de se fazer transações com criptomoedas. Ter acesso a dinheiro dentro de carteiras hardware não é algo fácil. Para isso, você precisará não apenas da senha, mas também conectar o dispositivo a um computador.

Funções. Carteiras por hardware são conectadas via USB. Em alguns modelos há uma tela acoplada, para visualização dos dados que o usuário necessita. Costuma ser possível o acionamento por um código PIN nessas carteiras, de forma que o dispositivo não poderá ser usado por invasores, caso ele seja roubado.

Utilização. Essa opção de armazenamento é viável se você não fizer transações com frequência e considerar o Ethereum como um método de poupança.

Diferenças em relação a outros tipos. Diferente de carteiras software, dispositivos offline não podem ser acessados pela internet. A desvantagem desse método é a necessidade de se checar manualmente por atualizações, além de se testar o dispositivo contra falhas.

Exemplos. A Trezor foi uma das primeiras soluções offline para criptomoedas. Os desenvolvedores alegam que você pode usar o dispositivo com segurança, mesmo quando conectado a um computador infectado por vírus. Ele possui resistência à água e a temperaturas extremas.

A Ledger oferece dois produtos principais: uma mais acessível, Ledger Nano S, e uma mais cara, Ledger Nano X. Com essas duas carteiras você pode armazenar praticamente todos os tipos de criptomoedas que existem (cerca de mais de 1500). A principal diferença entre eles é que a Nano X possui Bluetooth, uma bateria e mais memória.

Carteiras internas de plataformas de câmbio

Uma conta em uma corretora de criptos pode ser considerada uma carteira. A única diferença é que o usuário vê apenas o endereço público da carteira, sem possuir uma chave privada. Contanto que os fundos permaneçam na plataforma, eles estarão sob o controle e responsabilidade da administração. Assim, você deve escolher apenas sites confiáveis para operar.

Funções. Além do armazenamento de Ethereum, você pode fazer câmbio instantâneo, comprar, vender e sacar os fundos.

Utilização. A maioria dos traders usam essa solução, já que precisam ter acesso rápido e frequente aos fundos. Também é viável para usuários novatos, que acham difícil assegurar a proteção de sua carteira de forma independente.

Diferenças com relação a outros tipos. Para esse tipo de carteira online, você não precisará instalar um software no computador. Se você tiver acesso à internet, você conseguirá acessá-la de qualquer dispositivo, em qualquer lugar do mundo. É preciso entender que isso também as torna mais arriscadas, comparado com o armazenamento de criptomoedas por opções offline.

Exemplos. A Binance é a maior corretora de criptomoedas, por volume de negócios. Além de Ethereum, você pode operar com centenas de outras criptos.

A Bitzlato não é só uma corretora padrão, mas também uma corretora P2P, onde você pode trocar criptomoedas diretamente com outros usuários. Dentre outras stablecoins, a plataforma utiliza sua prória: o RUBM.

Conclusão

Agora você sabe no que deve prestar atenção quando escolher uma carteira Ethereum. Nós analisamos as diferenças entre os principais métodos de armazenamento, empregando como exemplos: MyEtherWallet, MetaMask, Trezor, Ledger, Binance e Bitzlato.

O que é ERC20 Token Standard

 

Qualquer interessado em criptomoedas provavelmente já ouviu falar de tokens ERC20. Neste artigo, iremos explicar o que são esses tokens, onde elas são usadas e o porquê de serem tão populares.

O que é ERC20

ERC20 é o padrão para tokens da blockchain Ethereum. ERC é uma sigla para Ethereum Request for Comments (Solicitação Ethereum para comentários). O número 20 vem do número de série do padrão, que permite distingui-lo de outros. Existem outros padrões de token, como o ERC721. Não chamamos de ERC20 o padrão em si, mas sim os tokens que são criadas de acordo com ele.

Esse padrão para tokens foi criado pelo fundador da Ethereum, Vitalik Buterin, em 2015. Ele desenvolveu o conceito ERC20 para mitigar problemas de compatibilidade de tokens com serviços em criptomoedas. A falta de compatibilidade gerava os seguintes problemas:

  • Necessidade de se gerar um novo código para cada novo tipo de token;

  • Para que um serviço em criptomoeda pudesse funcionar com o token, era necessário regular os detalhes técnicos com o serviço de suporte. Esse processo levava muito tempo.

Funções do padrão ERC20

O código fonte do ERC20 está escrito em Solidity, a mesma linguagem de programação da Ethereum. O padrão consiste em um conjunto de funções, que são empregadas quando se escreve o código do token. Seis dessas funções são obrigatórias:

  • TotalSupply – o número máximo de tokens que um contrato inteligente poderá emitir;

     

  • BalanceOf – o balanço atual de tokens e a atribuição desse montante ao endereço da carteira;

     

  • Transfer – transferência de tokens de um endereço primário para os primeiros compradores;

     

  • TransferFrom – o endereço a partir do qual os tokens são transferidas;

     

  • Approve – aprovação da transferência de fundos e verificação de sua disponibilidade no contrato inteligente;

  • Allowance – checagem do balanço da conta, que garante que o usuário esteja enviando um valor em tokens que ele realmente possui.

O padrão ERC20 também inclui 3 funções recomendáveis, para uma melhor execução:

  • Name – o nome do token;

  • Decimal – número de dígitos após o separador decimal, máximo de 18;

  • Símbolo – símbolo para câmbio e outras plataformas de criptomoedas.

Juntas, essas 9 funções formam um conjunto de regras dentro das quais todas os tokens ERC20 funcionam.

Tokens ERC20

ERC20 foi o primeiro padrão de tokens criado, o que explica o porquê de sua alta popularidade na indústria de criptomoedas. Esse padrão foi usado intensamente durante a hype do ICO, entre 2017-2018. Ele permite que alguém emita facilmente uma ordem de transferência de tokens para investidores, e que também determine os princípios a partir dos quais os tokens serão designadas a endereços primários, por via de regra (pertencentes aos iniciadores da ICO). Por exemplo: tokens ERC20 foram usadas durante o ICO do projeto DAO, durante o qual os iniciadores apuraram mais de US$ 100 milhões em investimentos.

Em 2020, tokens ERC20 têm sido constantemente utilizadas em aplicativos descentralizados – os dApps. Esses aplicativos possuem a peculiaridade de não terem uma equipe desenvolvedora central, que possa modificá-los. Após o lançamento, qualquer mudança é passível de votação entre os membros da comunidade. Todos os processos do app são automatizados através de protocolos, que originalmente suportam um padrão token. Como o ERC20 é o padrão mais comum, ele é geralmente empregado nos dApps. Um exemplo são os tokens usadas no MakerDAO, Uniswap, Synthetix e muitos outros aplicativos que rodam na blockchain Ethereum.

O padrão ERC20 também é utilizado por empresas centralizadas convencionais. As stablecoins USDT emitidas pela Tether e os tokens BNB da Binance, por exemplo, são baseadas nesse padrão.

A maior parte das carteiras com suporte a criptomoedas Ethereum também suportam tokens ERC20. Alguns exemplos são as carteiras software MetaMask e MyEtherWallet, mas carteiras hardware – como Trezor e Ledger – também podem funcionar com esse padrão.

Desvantagens do padrão ERC20

O ERC20 foi o primeiro padrão criado para tokens da blockchain Ethereum, de forma que os seus criadores não foram capazes, na época, de prever alguns possíveis entraves futuros:

  • Vulnerabilidade BatchOverFlow. Isso foi descoberto em 2018. Devido a um erro no código, hackers são capazes de causar uma “inundação” de tokens em um contrato inteligente, criando uma grande quantidade de novos tokens. Os desenvolvedores da Ethereum corrigiram essa falha pouco tempo depois de sua descoberta.

  • Execução automática de contratos. Isso ocorria quando tokens ERC20 interagiam com contratos inteligentes que não tinham suporte a esse padrão. A transação não podia ser executada, mas os fundos do usuário eram congelados e permanentemente perdidos. Esse problema foi encontrado pelo desenvolver de alcunha Dexaran, em 2018.

  • Simplicidade de criação. O processo de implantação (deploy) de software para o ERC20 não demanda muito tempo, ou conhecimentos de programação avançados. Essa simplicidade foi, inclusive, abusada por scammers, que conduziram ICOs não para o desenvolvimento do projeto, mas para tirar dinheiro de investidores.

Conclusão

ERC20 é o padrão para tokens da blockchain Ethereum. Ele contém nove funções, que juntas constituem um conjunto de regras para o funcionamento de tokens. O ERC20 solucionou o problema de compatibilidade de tokens com outros serviços de criptomoedas.

Tokens ERC20 foram ativamente usadas durante a hype ICO, e agora são amplamente usadas em aplicativos decentralizados. Quase todas as carteiras que trabalham com a criptomoeda Ethereum têm suporte a esse padrão.

O ERC20 tem seus próprios problemas, como vulnerabilidade BatchOverFlow e execução automática. A simplicidade de criação de tokens através desse processo também faz com que elas sejam frequentemente criadas por scammers.