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As melhores carteiras para armazenamento de Ethereum

Índice

Se você planeja comprar ou enviar Ethereum, você precisará de uma carteira para armazenar essa criptomoeda. Nesse artigo, nós mostraremos quais são os tipos de carteiras existentes, quais as diferenças entre elas e para quais fins elas são mais recomendadas.

Carteiras em Software

Uma carteira para criptomoedas tem pouco em comum com uma carteira de dinheiro. Ela guarda apenas chaves privadas e ferramentas para o rastreamento de balanço e execução de transações. Assim, uma carteira cripto funciona como uma porta de entrada para a blockchain. Carteiras em software são aplicativos para navegadores, computadores ou dispositivos móveis.

Funções. Carteiras por software têm acesso constante à internet. Além da interface de interação com a blockchain, elas podem ter diversas ferramentas acopladas, ou serviços de terceiros, como a interação com dApps.

Utilização. É mais seguro acessar a carteira software através do próprio dispositivo em que está instalada. Esse método é viável para usuários que pretendem movimentar criptomoedas em locais permanentes, através de uma rede confiável, como um computador com WiFi em casa.

Diferenças em relação a outros tipos. A vulnerabilidade dessas carteiras pode estar relacionada à conectividade de rede. Se seu computador for hackeado, você poderá perder todos os seus fundos.

Exemplos. MyEtherWallet foi uma das primeiras carteiras Ethereum criadas. O usuário recebe uma chave privada, um endereço de carteira público, acesso ao aplicativo de celular e uma extensão para o navegador. Todas essas ferramentas permitem o gerenciamento não só de tokens ETH, mas também de tokens ERC-20 e ERC-721.

A MetaMask é uma carteira que funciona através de extensões para navegadores a apps de celulares iOS e Android. A MetaMask é uma “ponte”, que permite a administração de múltiplas contas em outras carteiras, como a MyEtherWallet. Além disso, ela é integrada às principais corretoras de criptomoedas e serviços DeFi.

Carteiras em Hardware

As carteiras em hardware são mídias físicas na forma de chaves USB. O dispositivo se assemelha a um pen-drive e funciona sem conexão com a internet. Esse é um dos métodos mais seguros de se fazer transações com criptomoedas. Ter acesso a dinheiro dentro de carteiras hardware não é algo fácil. Para isso, você precisará não apenas da senha, mas também conectar o dispositivo a um computador.

Funções. Carteiras por hardware são conectadas via USB. Em alguns modelos há uma tela acoplada, para visualização dos dados que o usuário necessita. Costuma ser possível o acionamento por um código PIN nessas carteiras, de forma que o dispositivo não poderá ser usado por invasores, caso ele seja roubado.

Utilização. Essa opção de armazenamento é viável se você não fizer transações com frequência e considerar o Ethereum como um método de poupança.

Diferenças em relação a outros tipos. Diferente de carteiras software, dispositivos offline não podem ser acessados pela internet. A desvantagem desse método é a necessidade de se checar manualmente por atualizações, além de se testar o dispositivo contra falhas.

Exemplos. A Trezor foi uma das primeiras soluções offline para criptomoedas. Os desenvolvedores alegam que você pode usar o dispositivo com segurança, mesmo quando conectado a um computador infectado por vírus. Ele possui resistência à água e a temperaturas extremas.

A Ledger oferece dois produtos principais: uma mais acessível, Ledger Nano S, e uma mais cara, Ledger Nano X. Com essas duas carteiras você pode armazenar praticamente todos os tipos de criptomoedas que existem (cerca de mais de 1500). A principal diferença entre eles é que a Nano X possui Bluetooth, uma bateria e mais memória.

Carteiras internas de plataformas de câmbio

Uma conta em uma corretora de criptos pode ser considerada uma carteira. A única diferença é que o usuário vê apenas o endereço público da carteira, sem possuir uma chave privada. Contanto que os fundos permaneçam na plataforma, eles estarão sob o controle e responsabilidade da administração. Assim, você deve escolher apenas sites confiáveis para operar.

Funções. Além do armazenamento de Ethereum, você pode fazer câmbio instantâneo, comprar, vender e sacar os fundos.

Utilização. A maioria dos traders usam essa solução, já que precisam ter acesso rápido e frequente aos fundos. Também é viável para usuários novatos, que acham difícil assegurar a proteção de sua carteira de forma independente.

Diferenças com relação a outros tipos. Para esse tipo de carteira online, você não precisará instalar um software no computador. Se você tiver acesso à internet, você conseguirá acessá-la de qualquer dispositivo, em qualquer lugar do mundo. É preciso entender que isso também as torna mais arriscadas, comparado com o armazenamento de criptomoedas por opções offline.

Exemplos. A Binance é a maior corretora de criptomoedas, por volume de negócios. Além de Ethereum, você pode operar com centenas de outras criptos.

A Bitzlato não é só uma corretora padrão, mas também uma corretora P2P, onde você pode trocar criptomoedas diretamente com outros usuários. Dentre outras stablecoins, a plataforma utiliza sua prória: o RUBM.

Conclusão

Agora você sabe no que deve prestar atenção quando escolher uma carteira Ethereum. Nós analisamos as diferenças entre os principais métodos de armazenamento, empregando como exemplos: MyEtherWallet, MetaMask, Trezor, Ledger, Binance e Bitzlato.

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